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	<title>Gestão do Conhecimento para Profissionais Liberais</title>
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	<description>Processos de gestão do conhecimento para profissional liberal de diversas áreas. Inteligência coletiva para criação de conhecimento e inovação.</description>
	<pubDate>Tue, 21 Jun 2011 02:31:54 +0000</pubDate>
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		<title>Orçamento Online</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Jun 2011 02:31:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabrício Yutaka Fujikawa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[O Profissional Liberal]]></category>

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		<description><![CDATA[Já pensou poder participar de um espaço de negócios onde potenciais clientes podem fazer uma cotação simultânea com vários fornecedores, de graça? Orçamentos de obras, festas, som automotivo, reformas, prestação de serviços diversas e tudo o mais que você imaginar do seu dia-a-dia está disponível no Orçamento Online.
O pedido de orçamento para compra de produtos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já pensou poder participar de um espaço de negócios onde potenciais clientes podem fazer uma cotação simultânea com vários fornecedores, de graça? Orçamentos de obras, festas, som automotivo, reformas, prestação de serviços diversas e tudo o mais que você imaginar do seu dia-a-dia está disponível no <a href="http://multicotacao.orcamentos.net.br/" target="_blank">Orçamento Online</a>.</p>
<p>O pedido de orçamento para compra de produtos ou contratação de serviços é encaminhado ao mesmo tempo para diversos fornecedores (lojas, empresas, consultorias, prestadores de serviços profissionais, autônomos), que entram em contato diretamente com o comprador. Toda a negociação quanto a preços, formas de pagamento e prazos ocorre entre o comprador e o fornecedor. Simples, rápido e eficaz, o Orçamento Online atua como ponte de contato entre o comprador e o fornecedor.</p>
<p>Você, profissional liberal prestador de serviços agora possui uma ferramenta comprovadamente eficaz para auxiliá-lo em seus negócios! Visite: <a href="http://multicotacao.orcamentos.net.br/" target="_blank">Orçamento Online</a>.</p>
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		<title>Riqueza — mas afinal, o que é riqueza?</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Nov 2010 18:19:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabrício Yutaka Fujikawa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo o dicionário Aurélio, riqueza é “Qualidade de rico” ou “a classe dos ricos”. Rico, por sua vez, é o “que possui muitos bens ou coisas de valor”. Mas vamos refletir um pouco sobre o que seria para cada um de nós “uma vida rica”&#8230; Será que seria simplesmente “ficar rico”? Provavelmente não, certo?
A revista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo o dicionário Aurélio, <strong>riqueza</strong> é “Qualidade de rico” ou “a classe dos ricos”. Rico, por sua vez, é o “que possui muitos bens ou coisas de valor”. Mas vamos refletir um pouco sobre o que seria para cada um de nós “uma vida rica”&#8230; Será que seria simplesmente “<strong>ficar rico</strong>”? Provavelmente não, certo?</p>
<p>A revista Pais &amp; Filhos publicou uma matéria chamada “<a href="http://www.revistapaisefilhos.com.br/comportamento-familia/798/tres-passos-para-uma-vida-mais-rica" target="_blank">Três passos para uma vida mais rica</a>”, em que abordou o conceito de riqueza para além da riqueza material: riqueza de experiências, riqueza de valores e riqueza social. De fato, no fundo é isto que todos nós procuramos: uma riqueza num sentido mais amplo.</p>
<h2>Como Construir Riqueza</h2>
<p>Com essa proposta, surgiu o projeto <strong>Como Construir Riqueza</strong>, com o principal objetivo de popularizar a educação financeira no Brasil e ampliar o conceito de riqueza para muito além de simplesmente ter dinheiro e ficar rico.</p>
<p><div id="attachment_22" class="wp-caption aligncenter" style="width: 260px"><a href="http://loja.comoconstruirriqueza.com.br/dinheiro-financas-pessoais.html"><img class="size-full wp-image-22" src="http://comoconstruirriqueza.com.br/dinheiro/wp-content/uploads/2010/11/como-construir-riqueza-capa1.jpg" alt="Como Construir Riqueza de Forma Líquida e Certa" width="250" height="360" /></a><p class="wp-caption-text">Como Construir Riqueza de Forma Líquida e Certa</p></div></p>
<p>Trata-se de uma série composta por 4 DVDs, idealizada pelo jornalista Hélio Lemos, diretor da produtora Quadro-a-Quadro. Em parceria com a artista plástica Cica Modesto, Hélio Lemos criou um site de humor, educação financeira e crítica social, já desativado, que fez enorme sucesso de público e crítica. Com apenas 21 dias no ar foi eleito pelo Caderno de Informática do Jornal O GLOBO, como Site Maravilha, que resultou numa explosão de acessos, chegando a mais de um milhão de visitas por dia. &#8220;<em>A partir do site percebemos que havia uma consistente demanda de informação de qualidade que pudesse ajudar aqueles que gastam mais do que ganham a reverter este processo.</em>&#8220;, observa Hélio Lemos.</p>
<p>O primeiro DVD, <strong><a title="Veja como pagar dívidas, juntar mais dinheiro e ficar rico com um bom planejamento financeiro" href="http://loja.comoconstruirriqueza.com.br/dinheiro-financas-pessoais.html" target="_blank">Como Construir Riqueza de Forma Líquida e Certa (R$ 29,90)</a></strong>, fala sobre dinheiro e as duas danças que regem o mundo: a dança do enriquecer e a dança do empobrecer, e agora está à venda na internet através de uma loja virtual completa, segura e com várias modalidades de pagamento.</p>
<p>Ele é direcionado para todas as pessoas que gastam mais dinheiro do que ganham, ou que, sistematicamente, acumulam dívidas que se arrastam por meses. Na realidade sócio-econômica brasileira, isso corresponde a 55% de nossaa população.</p>
<p><div id="attachment_23" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><img class="size-full wp-image-23" src="http://comoconstruirriqueza.com.br/dinheiro/wp-content/uploads/2010/11/como-construir-riqueza-abertura.jpg" alt="Abertura do DVD Como Construir Riqueza de Forma Líquida e Certa" width="350" height="194" /><p class="wp-caption-text">Abertura do DVD Como Construir Riqueza de Forma Líquida e Certa</p></div></p>
<p>O que torna o projeto original e inovador é a utilização da água no lugar de números para fazer demonstrações financeiras, criando uma nova matemática financeira: lúdica, tridimensional e muito mais eficaz, pois com volumes de água substituindo conceitos abstratos (os números), a compreensão sobre o fluxo do dinheiro fica muito mais fácil e divertida. &#8220;<em>Até mesmo uma criança pequena pode aprender sobre finanças com este DVD.</em>&#8220;, garante Hélio Lemos.</p>
<h2>Planejamento financeiro como base da riqueza</h2>
<p>Engana-se quem acredita que para enriquecer basta ter dinheiro. Para ficar rico, o segredo é ter um planejamento financeiro rígido e segui-lo à risca de forma disciplinado.  &#8220;<em>Muitas vezes, ricos e pobres estão juntos no mesmo baile: é o movimento que interessa. Ou você está em processo de enriquecer ou de empobrecer, não importa quanto dinheiro tenha, pois ninguém fica rico com o dinheiro que ganha, mas com o uso que dá ao dinheiro que deixa de gastar.</em>&#8220;, acrescenta Hélio Lemos.</p>
<h2>A riqueza como meio para a concretização de sonhos</h2>
<p>No extra do DVD, você encontra uma excelente entrevista de Gustavo Cerbasi, autor de “Casais Inteligentes Enriquecem Juntos”.</p>
<p><div id="attachment_25" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><a href="http://comoconstruirriqueza.com.br/dinheiro/wp-content/uploads/2010/11/como-construir-riqueza-entrevista-gustavo-cerbasi-02.jpg"><img class="size-full wp-image-25" src="http://comoconstruirriqueza.com.br/dinheiro/wp-content/uploads/2010/11/como-construir-riqueza-entrevista-gustavo-cerbasi-02.jpg" alt="Gustavo Cerbasi, autor de Casais Inteligentes Enriquecem Juntos" width="350" height="194" /></a><p class="wp-caption-text">Gustavo Cerbasi, autor de Casais Inteligentes Enriquecem Juntos</p></div></p>
<p>A entrevista com Gustavo Cerbasi é uma verdadeira palestra particular e pode-se dizer que só ela já valeria o DVD. Com um áudio de ótima qualidade, roteiro muito bem estruturado e uma didática impecável do palestrante, a entrevista é imperdível. Na visão do autor, a busca pela riqueza é vazia por si só: &#8220;<em>Coloque sonhos. Por mais que você conquiste patamares ou objetivos numéricos, vá sempre colocando sonhos na vida, porque a sabedoria milenar nos diz: &#8216;A felicidade é composta por três fatores importantes: estar com quem a gente ama, fazer o que a gente gosta e, principalmente, ainda ter sonhos a realizar.&#8217; </em>&#8221;</p>
<p><strong>Serviço</strong>:<br />
Visite a <a title="Veja como pagar dívidas, juntar mais dinheiro e ficar rico com um bom planejamento financeiro" href="http://loja.comoconstruirriqueza.com.br/dinheiro-financas-pessoais.html" target="_blank">loja virtual para comprar o DVD Como Construir Riqueza de Forma Líquida e Certa</a> (R$ 29,90)<br />
Blog <a title="Aprenda como pagar dívidas, ter mais dinheiro e ficar rico com um bom planejamento financeiro" href="http://comoconstruirriqueza.com.br/dinheiro" target="_blank">Como Construir Riqueza</a></p>
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		<title>Blogs Corporativos</title>
		<link>http://profissionaisliberais.blog.br/gestao-do-conhecimento/2010/02/16/blogs-corporativos/</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 16:06:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabrício Yutaka Fujikawa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[É impressionante como os blogs corporativos se multiplicaram ultimamente! Os blogs oficiais de marcas famosas têm usado as ferramentas de interação da chamada web 2.0 de forma eficaz. Existe um livro muito bom sobre o tema, chamado Blog Corporativo. Leitura obrigatória para quem se interessa seriamente pelo assunto.
A nossa proposta de metodologia de gestão do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É impressionante como os blogs corporativos se multiplicaram ultimamente! Os blogs oficiais de marcas famosas têm usado as ferramentas de interação da chamada web 2.0 de forma eficaz. Existe um livro muito bom sobre o tema, chamado <a href="http://www.blogcorporativo.net/" target="_blank" title="Blog Corporativo">Blog Corporativo</a>. Leitura obrigatória para quem se interessa seriamente pelo assunto.</p>
<p>A nossa proposta de <a href="http://profissionaisliberais.blog.br/gestao-do-conhecimento/metodologia/" title="Metodologia de Gestão do Conhecimento para Profissionais Liberais">metodologia de gestão do conhecimento para profissionais liberais</a> também aponta o blog como a ferramenta para a interação do profissional liberal com seu público.</p>
<p>Atualmente, o público já cobra a existência do blog como canal de comunicação. Quem passou pelos 3 recalls do Novo Gol ou Voyage, certamente gostaria de ver algum esclarecimento no blog da companhia.</p>
<p>Enfim, as possibilidades (e também responsabilidades) são imensas. Foi-se o tempo em que blog era apenas um diário digital de adolescentes. Neste site, você pode conferir os últimos artigos de <a href="http://oficial.blog.br/por/categoria/marcas-famosas/" target="_blank" title="Blogs oficiais corporativos e de marcas famosas">blogs oficiais de marcas famosas</a>.</p>
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		<title>User stories = eficácia a baixo custo</title>
		<link>http://profissionaisliberais.blog.br/gestao-do-conhecimento/2009/05/03/user-stories-eficacia-a-baixo-custo/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 May 2009 01:39:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabrício Yutaka Fujikawa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[
Recentemente, tive minha primeira experiência com levantamento de requisitos sob a forma de user stories. Até então, minha experiência com o tema resumia-se a técnicas mais tradicionais, como entrevistas com usuários, desenho de processos e elaboração de casos de uso.
Achei o processo bastante interessante, que merece ser relatado. 
Trata-se de um projeto conduzido sob a metodologia ágil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Recentemente, tive minha primeira experiência com levantamento de requisitos sob a forma de user stories. Até então, minha experiência com o tema resumia-se a técnicas mais tradicionais, como entrevistas com usuários, desenho de processos e elaboração de casos de uso.</p>
<p>Achei o processo bastante interessante, que merece ser relatado. </p>
<p>Trata-se de um projeto conduzido sob a metodologia ágil SCRUM. A equipe do projeto fez uma reunião com o product owner (o cliente do sistema) na qual foram escritas em fichas pautadas as estórias do sistema (pode-se considerar que equivalem a &#8220;processos&#8221; que o sistema deve suportar). Cada estória tem o formato</p>
<p style="padding-left: 30px">Como &lt;usuário do sistema&gt;,<br />
quero &lt;fazer algum processo&gt;,<br />
para &lt;finalidade do processo&gt;.</p>
<p>Para cada estória, o product owner fez uma breve descrição para a equipe do projeto e informações relevantes foram escritas no verso da ficha. O foco neste momento não era fazer um levantamento detalhado de requisitos, mas apenas nivelar a compreensão da equipe sobre o processo de negócio que a estória suportava.</p>
<p>Depois, com todas as estórias prontas, a equipe do projeto pontuou cada estória com um valor de complexidade estimada. Uma estória foi considerada como um valor referencial e as demais ganharam uma estimativa baseada na sua complexidade relativa em relação ao valor referencial. Os valores da escala são:</p>
<p style="text-align: center">1, 2, 3, 5, 8, 13, 20, 40, 100</p>
<p>O processo de pontuação foi realizado através de um jogo de cartas. Após uma breve revisão da estória, cada integrante da equipe jogou uma carta com o valor de sua estimativa. Os que votaram com o maior e menor valor explicaram as razões de sua pontuação para os demais integrantes. Feito isso, ocorreu uma nova votação que, na maior parte das vezes, caminhou para um consenso.</p>
<p>Finalizada esta etapa, todas as estórias continham uma complexidade estimada pela equipe do projeto. Com essas informações, o product owner fez uma priorização das estórias para definir a ordem de construção do sistema. Obviamente, essa ordem poderá ser modificada ao longo da execução do projeto, conforme a compreensão sobre o sistema seja aprofundada, ou as necessidades de negócio mudem.</p>
<p>Resumidamente, este é o processo.</p>
<h3>Socialização como fator fundamental</h3>
<p>O que mais me impressionou foi a eficácia do processo de socialização para externalizar, compartilhar e nivelar o conhecimento tácito dos participantes, mesmo quando eles são apenas ouvintes na dinâmica. Por exemplo, o product owner não votou na complexidade das estórias, mas participou do processo como ouvinte e compreendeu o porquê de uma estória ser mais ou menos complexa que outra. </p>
<p>Outro ponto muito interessante é que a priorização das estórias aconteceu de uma forma quase natural. A relevância das estórias para os objetivos de negócio que o sistema deve atender emergiu naturalmente ao longo do processo. Apesar de ser uma decisão que cabia ao product owner, surgiu um consenso implícito da equipe do projeto quanto à priorização das estórias. Vale notar que o fato de uma estória ser pouco complexa é totalmente independente de sua priorização. No projeto em questão, algumas estórias de complexidade 1 ou 2 tiveram baixíssima priorização. O fato de ser &#8220;fácil&#8221; não quer dizer que ela será feita logo — tudo depende de sua relevância para o negócio. Este é um erro muito comum em projetos: fazer logo algumas funcionalidades apenas por serem simples, sem refletir se de fato são importantes.</p>
<p>Finalmente, deve ser mencionada a tecnologia de apoio ao processo: fichas pautadas, canetas hidrográficas, canetas esferográficas e mesa. Isso mesmo! Nenhum computador, nenhum projetor, nenhuma planilha, nenhum software mirabolante. Apenas pessoas, foco e instrumentos adequados — não caros e sofisticados, simplesmente, adequados  —, que podem ser comprados na papelaria da esquina. A possibilidade de interagir simultaneamente, a falta de hierarquia, a comunicação direta e o compartilhamento de conhecimento entre os participantes do processo foi fundamental para a eficácia do processo. Impressionante!</p>
<p>Como lição e estímulo aos profissionais liberais, fica o exemplo de eficácia a baixo custo. A bem da verdade, este é um exemplo a ser seguido por empresas de quaisquer porte. Mas a restrição orçamentária para grandes investimentos em tecnologias faz parte da realidade de quase todos os profissionais liberais. Vivi um exemplo prático que me mostrou o quanto um processo eficaz (no caso, de gestão do conhecimento tácito) pode ajudar a reduzir as necessidades de investimentos tecnológicos. Espero que vocês achem útil!</p></div>
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		<title>Armadilha 3 da gestão do conhecimento</title>
		<link>http://profissionaisliberais.blog.br/gestao-do-conhecimento/2009/03/29/armadilha-3-da-gestao-do-conhecimento/</link>
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		<pubDate>Sun, 29 Mar 2009 17:40:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabrício Yutaka Fujikawa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<category><![CDATA[armadilha]]></category>

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		<description><![CDATA[Chegamos à terceira e última armadilha da gestão do conhecimento mencionada no livro Facilitando a Criação de Conhecimento, de Krogh, Ichijo e Nonaka. Ela diz que: “A gestão do conhecimento depende de um executivo do conhecimento”.
Os autores não são contrários aos ocupantes de cargos formais de gestores do conhecimento, pelo contrário, reconhecem que normalmente geram informações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Chegamos à terceira e última armadilha da gestão do conhecimento mencionada no livro <a href="http://www.estantevirtual.com.br/livro/16080069/Georg_Von_Krogh_e_Outros_Facilitando_a_Criacao_de_Conhecimento.html" target="_blank">Facilitando a Criação de Conhecimento</a>, de Krogh, Ichijo e Nonaka. Ela diz que: “<em>A gestão do conhecimento depende de um executivo do conhecimento</em>”.</p>
<p>Os autores não são contrários aos ocupantes de cargos formais de gestores do conhecimento, pelo contrário, reconhecem que normalmente geram informações muito úteis, mas ressaltam que existem limitações.</p>
<p>Por exemplo, o distanciamento que o próprio cargo impõe pode dificultar a atualização quanto &#8220;às situações de criação de conhecimento nas várias operações de negócio&#8221;.</p>
<p>O isolamento também pode dissolver a percepção da dinâmica da criação de conhecimento, que requer a participação e a interação de diversas pessoas em vários níveis hierárquicos da organização.</p>
<p>O <strong>profissional liberal</strong> reúne em si próprio diversos papéis, portanto, não há o menor risco dele cair nesta armadilha. É fundamental ressaltar que a interação direta com o cliente estabelece um canal de comunicação com uma rica fonte para criação de conhecimento. Cabe ao profissional liberal aproveitar o contexto de sua própria natureza de trabalho!</p>
<p>Leia a série completa:<br />
<a title="Armadilha 1 da gestão do conhecimento" href="http://profissionaisliberais.blog.br/gestao-do-conhecimento/2009/02/28/armadilha-1-da-gestao-do-conhecimento/">Armadilha 1 da gestão do conhecimento<br />
</a><a title="Armadilha 2 da gestão do conhecimento" href="http://profissionaisliberais.blog.br/gestao-do-conhecimento/2009/03/09/armadilha-2-da-gestao-do-conhecimento/">Armadilha 2 da gestão do conhecimento<br />
</a><a title="Armadilha 3 da gestão do conhecimento" href="http://profissionaisliberais.blog.br/gestao-do-conhecimento/2009/03/29/armadilha-3-da-gestao-do-conhecimento/">Armadilha 3 da gestão do conhecimento</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Armadilha 2 da gestão do conhecimento</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Mar 2009 10:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabrício Yutaka Fujikawa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<category><![CDATA[armadilha]]></category>

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		<description><![CDATA[A segunda armadilha da gestão do conhecimento mencionada no livro Facilitando a Criação de Conhecimento, de Krogh, Ichijo e Nonaka, diz que: &#8220;A gestão do conhecimento se dedica à fabricação de ferramentas.&#8221;
Esta é fácil de entender: como as iniciativas de gestão do conhecimento normalmente estão associadas a alguma novidade tecnológica, corre-se o sério risco de se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A segunda armadilha da gestão do conhecimento mencionada no livro <a href="http://www.estantevirtual.com.br/livro/16080069/Georg_Von_Krogh_e_Outros_Facilitando_a_Criacao_de_Conhecimento.html" target="_blank">Facilitando a Criação de Conhecimento</a>, de Krogh, Ichijo e Nonaka, diz que: &#8220;<strong><em>A gestão do conhecimento se dedica à fabricação de ferramentas</em></strong>.&#8221;</p>
<p>Esta é fácil de entender: como as <strong>iniciativas de gestão do conhecimento</strong> normalmente estão associadas a alguma <strong>novidade tecnológica</strong>, corre-se o sério risco de se desfocar dos resultados e perder-se em meio a imbróglios tecnológicos. Esquece-se facilmente de que o foco deve estar nas pessoas e em seus processos de trabalho, e não na ferramenta A, B ou C.</p>
<p>Alexandre Bello, em artigo na edição número 6 da <a href="http://www.portalsbgc.org.br/" target="_blank">Revista da SBGC</a>, afirma que para começar um processo de lições aprendidas, por exemplo, pode-se usar modelos de documentos em Word e diretórios devidamente organizados na rede. Alguém discorda?</p>
<p>Como analista de sistemas, digo que esta é uma realidade sempre presente em minhas atividades. Quando desenvolvendo um sistema, manter o foco nos resultados, no processo de negócio do cliente que o sistema atenderá, e não na exploração das possibilidades tecnológicas, é uma questão de disciplina contínua.</p>
<p>Os autores do livro reconhecem o importante papel que as <strong>ferramentas</strong> desempenham no processo de <strong>criação do conhecimento</strong>, principalmente nos estágios iniciais, mas sustentam que elas devem &#8220;recolher-se aos bastidores uma vez superada a inércia&#8221;, evitando assim que &#8220;a aplicação das ferramentas em si se torne mais importante do que os próprios resultados da criação de conhecimento&#8221;.</p>
<p>O <strong>profissional liberal</strong>, em geral, tem poucas chances de ser pego nessa armadilha. Uma das características marcantes de um bom profissional liberal, além das qualificações técnicas em sua área, é saber distinguir o que é importante, o que gera resultados, daquilo que gera movimentação, mas não se sustenta, ou seja, do que é puro modismo.</p>
<p>A realidade diária desse profissional, pressionado por prazos de entrega e prospecção paralela de novos negócios em um mercado altamente concorrido, deixa pouco espaço para tais divagações.</p>
<p>Leia a série completa:<br />
<a title="Armadilha 1 da gestão do conhecimento" href="http://profissionaisliberais.blog.br/gestao-do-conhecimento/2009/02/28/armadilha-1-da-gestao-do-conhecimento/">Armadilha 1 da gestão do conhecimento<br />
</a><a title="Armadilha 2 da gestão do conhecimento" href="http://profissionaisliberais.blog.br/gestao-do-conhecimento/2009/03/09/armadilha-2-da-gestao-do-conhecimento/">Armadilha 2 da gestão do conhecimento<br />
</a><a title="Armadilha 3 da gestão do conhecimento" href="http://profissionaisliberais.blog.br/gestao-do-conhecimento/2009/03/29/armadilha-3-da-gestao-do-conhecimento/">Armadilha 3 da gestão do conhecimento</a></p>
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		<title>Armadilha 1 da gestão do conhecimento</title>
		<link>http://profissionaisliberais.blog.br/gestao-do-conhecimento/2009/02/28/armadilha-1-da-gestao-do-conhecimento/</link>
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		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 03:22:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabrício Yutaka Fujikawa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<category><![CDATA[armadilha]]></category>

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		<description><![CDATA[Estou lendo o livro Facilitando a Criação de Conhecimento, de Krogh, Ichijo e Nonaka. O livro é muito bom e me tem levado a repensar alguns paradigmas sobre a gestão do conhecimento. Acho que os profissionais de áreas exatas tendem a &#8220;quantificar&#8221; as coisas: seja sob a forma de índices, de minutos, de custos, de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estou lendo o livro <a href="http://www.estantevirtual.com.br/livro/16080069/Georg_Von_Krogh_e_Outros_Facilitando_a_Criacao_de_Conhecimento.html" target="_blank">Facilitando a Criação de Conhecimento</a>, de Krogh, Ichijo e Nonaka. O livro é muito bom e me tem levado a repensar alguns <strong>paradigmas sobre a gestão do conhecimento</strong>. Acho que os profissionais de áreas exatas tendem a &#8220;quantificar&#8221; as coisas: seja sob a forma de índices, de minutos, de custos, de prazos, sempre costumamos pensar em números. Não poderia ser diferente com os processos e fazemos (ou tendemos a fazer) o mesmo com a gestão do conhecimento.</p>
<p>Segundo os autores, esse é um dos grandes &#8220;erros&#8221; existentes no saber comum sobre o tema na atualidade. A ênfase na quantificação das informações e a obsessão por medições criam uma impressão generalizada de que é <strong>possível controlar o conhecimento</strong> como algo tangível. No que diz respeito à criação do conhecimento, esse paradigma seria muito mais &#8220;constrangedor&#8221;, limitador da criatividade, do que &#8220;reformador&#8221;, e fortaleceria o que eles chamam de <strong>armadilhas da gestão do conhecimento</strong>.</p>
<p>Neste e nos próximos artigos, exploraremos essas armadilhas. Vamos à primeira:</p>
<p><strong><em>Armadilha 1 - a gestão do conhecimento depende de informações facilmente detectáveis e quantificáveis</em></strong>. Os autores salientam que a gestão do conhecimento tem sido interpretada como simples gestão da informação, quando, &#8220;<em>no entanto, o conhecimento vai um passo adiante: abrange as crenças de grupos ou indivíduos, e se relacionam intimamente com a ação</em>&#8220;.</p>
<p>Embora reconheçam o papel preponderante da tecnologia da informação nos processos de uma empresa moderna, os autores são categóricos: &#8220;<em>as habilidades humanas que impulsionam a criação de conhecimento tem muito mais a ver com relacionamentos e com construção de comunidades do que com bancos de dados, e as empresas precisam investir em treinamento que enfatize o conhecimento emocional e a interação social</em>.&#8221;</p>
<p>O que isto significa para um <strong>profissional liberal</strong>?</p>
<p>A boa notícia: que não é necessário um investimento vultoso — fora da realidade da maioria dos profissionais liberais — em tecnologia para criar conhecimento e ser inovador. Talvez seja mais eficaz <strong>compartilhar conhecimento tácito</strong> através de interação social sob a forma de conversas.</p>
<p>E a melhor notícia: faz parte do dia-a-dia de um <strong>profissional liberal interagir socialmente com seus clientes</strong>. Será que existe fonte mais rica para a <strong>criação de novos conhecimentos e inovação</strong>? E que tal interagir com outros colegas de profissão através de uma rede social como o <a title="Inteligência Coletiva para Profissionais Liberais" href="http://profissionaisliberais.blog.br/">ProfissionaisLiberais.Blog.Br</a>?</p>
<p>Pela sua experiência, qual a sua opinião? No próximo artigo analisaremos a armadilha 2 da gestão do conhecimento.</p>
<p>Leia a série completa:<br />
<a title="Armadilha 1 da gestão do conhecimento" href="http://profissionaisliberais.blog.br/gestao-do-conhecimento/2009/02/28/armadilha-1-da-gestao-do-conhecimento/">Armadilha 1 da gestão do conhecimento<br />
</a><a title="Armadilha 2 da gestão do conhecimento" href="http://profissionaisliberais.blog.br/gestao-do-conhecimento/2009/03/09/armadilha-2-da-gestao-do-conhecimento/">Armadilha 2 da gestão do conhecimento<br />
</a><a title="Armadilha 3 da gestão do conhecimento" href="http://profissionaisliberais.blog.br/gestao-do-conhecimento/2009/03/29/armadilha-3-da-gestao-do-conhecimento/">Armadilha 3 da gestão do conhecimento</a></p>
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		<title>Uma metodologia para a expansão sustentável dos negócios de profissionais liberais empreendedores</title>
		<link>http://profissionaisliberais.blog.br/gestao-do-conhecimento/2009/02/25/uma-metodologia-para-a-expansao-sustentavel-dos-negocios-de-profissionais-liberais-empreendedores/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Feb 2009 23:35:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabrício Yutaka Fujikawa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<category><![CDATA[metodologia]]></category>

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		<description><![CDATA[As práticas de gestão do conhecimento, via de regra, encontram‑se estabelecidas em empresas de médio e grande porte, com alguma variação no estágio de adoção, tendo ainda pouca presença em pequenas e micro‑empresas. No caso de profissionais liberais, que geralmente atuam de forma isolada, essas práticas inexistem formalmente.
Neste trabalho é apresentada uma metodologia de gestão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As <strong>práticas de gestão do conhecimento</strong>, via de regra, encontram‑se estabelecidas em empresas de médio e grande porte, com alguma variação no estágio de adoção, tendo ainda pouca presença em pequenas e micro‑empresas. No caso de <strong>profissionais liberais</strong>, que geralmente atuam de forma isolada, essas práticas inexistem formalmente.</p>
<p>Neste trabalho é apresentada uma <strong>metodologia de gestão do conhecimento</strong> apoiada por um ferramental de sistema de informação acessível à capacidade de investimento dos profissionais liberais, para formação da memória organizacional e suporte à execução de suas atividades. Espera-se que a adoção de tal metodologia forme os alicerces de uma expansão sustentável de negócios e equipe para os profissionais liberais empreendedores.</p>
<p>Acesso: <a title="Metodologia de Gestão do Conhecimento para Profissionais Liberais" href="http://profissionaisliberais.blog.br/gestao_do_conhecimento/metodologia/" target="_blank">Uma metodologia para a expansão sustentável dos negócios de profissionais liberais empreendedores</a> (versão em <a title="Metodologia de Gestão do Conhecimento para Profissionais Liberais" href="http://profissionaisliberais.blog.br/gestao_do_conhecimento/metodologia/metodologia-gestao-conhecimento-profissionais-liberais.pdf" target="_blank">PDF</a>).</p>
<p><strong>Informações bibliográficas</strong>:<br />
FUJIKAWA, Fabrício Y.; GOMES, Elisabeth B. P. Uma metodologia de gestão do conhecimento para uma expansão sustentável dos negócios de profissionais liberais empreendedores. Monografia (Gerência Estratégica da Informação) – Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ, Escola Politécnica, 2007. Disponível em: &lt;http://profissionaisliberais.blog.br/gestao_do_conhecimento/metodologia/&gt;. Acesso em: DD/MM/AAAA.</p>
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		<title>Cadernos de Psicologia Social do Trabalho - Entrevista: Sylvia Leser de Mello</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Feb 2009 02:51:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabrício Yutaka Fujikawa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<category><![CDATA[psicologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta entrevista, realizada no dia 23 de março de 1998, a professora Sylvia Leser de Mello nos fala um pouco sobre as mudanças que tem percebido na atuação profissional do psicólogo e sobre sua concepção de psicologia. Salienta a importância da psicologia social para a formação desse profissional e reflete sobre a centralidade da categoria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta entrevista, realizada no dia 23 de março de 1998, a professora Sylvia Leser de Mello nos fala um pouco sobre as mudanças que tem percebido na atuação profissional do psicólogo e sobre sua concepção de psicologia. Salienta a importância da psicologia social para a formação desse profissional e reflete sobre a centralidade da categoria trabalho para a compreensão do sujeito e do processo de construção de sua identidade.</p>
<p>Acesso: &#8220;<a href="http://pepsic.bvs-psi.org.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1516-37171998000100005&amp;lng=pt&amp;nrm=iso" target="_blank">Entrevista: Sylvia Leser de Mello</a>&#8220;.</p>
<p><strong>Informações bibliográficas</strong>:<br />
<span class="negrito"><strong>Entrevista: Sylvia Leser de Mello</strong>.</span><em> Cad. psicol. soc. trab.</em> [online]. dez. 1998, vol.1 [citado 25 Fevereiro 2009], p.57-63. Disponível na World Wide Web: &lt;http://pepsic.bvs-psi.org.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1516-37171998000100005&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&gt;. ISSN 1516-3717.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O profissional liberal e sua responsabilidade civil na prestação de serviços</title>
		<link>http://profissionaisliberais.blog.br/gestao-do-conhecimento/2009/02/24/o-profissional-liberal-e-sua-responsabilidade-civil-na-prestacao-de-servicos/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Feb 2009 02:37:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabrício Yutaka Fujikawa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<category><![CDATA[Direito]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: Luís Fernando Barbosa Pasquini
Advogado em Araçatuba (SP), especializando em Direito Processual pela UniToledo.
Acesso: O profissional liberal e sua responsabilidade civil na prestação de serviços
Informações bibliográficas:
PASQUINI, Luís Fernando Barbosa. O profissional liberal e sua responsabilidade civil na prestação de serviços . Jus Navigandi, Teresina, ano 10, n. 1095, 1 jul. 2006. Disponível em: &#60;http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=8574&#62;. Acesso em: 24 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Autor: Luís Fernando Barbosa Pasquini</p>
<p>Advogado em Araçatuba (SP), especializando em Direito Processual pela UniToledo.</p>
<p>Acesso: <a href="http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=8574&amp;p=1" target="_blank">O profissional liberal e sua responsabilidade civil na prestação de serviços</a></p>
<p><strong>Informações bibliográficas</strong>:<br />
PASQUINI, Luís Fernando Barbosa. O profissional liberal e sua responsabilidade civil na prestação de serviços . <strong>Jus Navigandi</strong>, Teresina, ano 10, n. 1095, 1 jul. 2006. Disponível em: &lt;http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=8574&gt;. Acesso em: 24 fev. 2009.</p>
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